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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Falando com o seu bolso.

         A economia faz parte do cotidiano e o que muitas pessoas estão procurando na atualidade é evitar o consumo exagerado e o gasto com coisas que podemos economizar. Já foi comprovado que a economia traz muitos benefícios para o futuro e para o presente em vários aspectos, principalmente para garantir um futuro farto.

       Muito mais do que analisar e comparar preço, ser econômico na vida é pensar também em poupar as fontes primárias, o consumo em excesso em todos os aspectos trazem impactos sociais, ambientais e particulares na vida de um cidadão. O sonho de realizar um desejo sem ter pesadelos com dívidas só depende de você, se você já gastou, esbanjou muito dinheiro hoje é tarde para “chorar o leite derramado”, mas não tarde para aprender como lidar com isso daqui pra frente.


     Para aprender a ser econômico em primeiro lugar é preciso aprender a economizar nos gastos mais comuns, supérfluos, é preciso muita atenção e a melhor forma de economia é poupar, o caminho mais correto para o planejamento com sucesso.


     Livre-se de todas as contas pendentes pague tudo e comece do zero, para levar uma vida confortável em que você tenha dinheiro para uma necessidade não é tão difícil quanto parece ser, só depende do controle dos gastos que se tem diariamente, a conta poupança, por exemplo, que as agências bancárias oferecem é a melhor opção para começar.

     No cotidiano é possível economizar em cada centavo nas compras do mercado, por exemplo, compramos muitas coisas que acabamos não consumindo e várias vezes por compulsão. É preciso muita atenção para não errar e comprar somente o necessário sempre, economizar para poder gastar com coisas úteis.

domingo, 16 de janeiro de 2011

O que a empresa deve avaliar antes de tomar um empréstimo?

Uma das principais coisas que o empresário precisa saber sobre esse tema é que existem linhas de financiamento de curto prazo para necessidades de curto prazo e linhas de crédito de longo prazo para necessidades e investimentos de igual período.


Portanto, se a empresa precisa de um financiamento para suprir uma falta de caixa por poucos dias, poderia recorrer a um desconto de cheques ou antecipação de recebíveis de cartão de crédito. Ou ainda, recorrer a um Capital de Giro (empréstimo parcelado).


Se busca investir em máquinas, equipamento ou instalação física, que são investimentos de longo prazo, deveria buscar uma linha como BNDES, onde teria carência e um longo período para pagar, numa taxa bastante atrativa. 


Outro fator importante a se prestar atenção é o nível de reciprocidade entre a empresa e o banco onde mantém sua movimentação financeira. Quanto mais receita a empresa dá para o banco, como: folha de pagamento, cobrança, aplicações, etc., maior é o poder de barganha para conseguir linhas de crédito com juros mais baixos. Nesse caso, torna-se necessário concentrar as operações em poucos bancos.

Como dono do negócio, como devo decidir o valor das minhas retiradas mensais?

O valor ideal de retirada dos sócios de uma empresa é uma dúvida recorrente. É bom esclarecer que existem dois formatos: o pró-labore, que é tributado e é levado em conta para fins de aposentadoria, e a distribuição nos lucros. Essa segunda já não sofre tributação na pessoa física, pois a empresa já recolheu seus impostos ao apresentar lucro.


Qualquer que seja a modalidade, a questão principal é o valor ideal desta retirada. Até quanto o sócio empresário pode levar embora todos os meses? A sugestão é que o empresário monte um fluxo de caixa para o ano todo, segmentado mês a mês.


Assim terá a visão do que sobra todos os meses, ou seja, do lucro da empresa. O ideal é que estabeleça um valor fixo mensal para distribuição, assim, terá mais facilidade em organizar sua vida financeira pessoal.


Diante de qualquer resultado extraordinário, acima do que estava previsto, ele poderá fazer uma retirada adicional.


Essa sobra de caixa, que indiretamente se transformará em retiradas, deverá levar em consideração todas as despesas e investimentos.  Dessa sobra, o empresário deverá fazer uma reserva para emergências. Costumamos aconselhar que o empresário guarde de 10% a 15% do lucro como reserva de capital. Portanto, cerca de 85% do lucro é um limite interessante para as retiradas.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Cálculo de Margem de Contribuição

A Margem de Contribuição nada mais é do que o valor que contribui para o pagamento do custo fixo e despesa fixa da empresa. Conhecer qual a Margem de Contribuição dos produtos ou serviços oferecidos serve para saber se o preço de venda paga os custos e despesas variáveis, se é o suficiente para cobrir os custos e despesas fixas e gerar lucros. Encontra-se este valor subtraindo o PREÇO DE VENDA dos Custos Variáveis que o produto ou serviço gera.
Ou seja:
Preço de Venda - Custo Variável = Margem de Contribuição

Suponhamos, por exemplo, que o preço da venda de um determinado produto é de R$ 50,00. Após cálculos prévios, concluiu-se que o custo variável deste produto é de R$
Então teremos:
R$ 50,00 - R$ = R$ 30,00.

Logo, R$ 30,00 é a Margem de Contribuição deste determinado produto

Diferenças entre Planejamento Estratégico, Tático e Operacional

De maneira geral, parte das pessoas possui dúvidas sobre as diferenças entre os conceitos de um Planejamento Estratégico, Planejamento Tático e o Planejamento Operacional. Segundo Russel ACKOFF (1966), o planejamento estratégico diz respeito à organização como um todo. Logo, ao elaborar um plano estratégico, aconselha-se levar em consideração os ambientes internos e externos como fatores econômico-financeiros globais, fatores políticos e até sociais. Faz-se também necessário ter uma visão integrada desenvolvida.

O planejamento tático, por sua vez, esta relacionado com as diferentes áreas da instituição. Portanto, uma empresa que possui uma área financeira e uma área comercial traça planos financeiros e planos comerciais. Esses são os planejamentos táticos.
Os planejamentos operacionais servem para orientar a alocação de recursos para as várias partes dos planos táticos.

Assim sendo, o planejamento estratégico (estende-se ao longo prazo) é desdobrado em vários planejamentos táticos (médio prazo). Estes, por sua vez, se desdobram em planos operacionais (curto prazo) para a sua devida realização.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Incitar as contradições!

É muito comum elegermos pessoas semelhantes a nós para conviver em nosso dia-a-dia. Mais comum ainda é não aceitar a opinião dos outros. Em geral, isto ocorre porque temos dificuldade em lidar com as nossas próprias mazelas…


Na maior parte das vezes, no dia-a-dia de nossas relações, optamos por esconder as diferenças individuais. Passamos pano quente e escondemos as contradições numa conversa, por exemplo, quando o melhor seria aguçá-las, não é assim?


Quando há o acirramento das contradições, o conflito fica latente. É possível que o ato de encará-las seja uma forma de desenvolver o pensamento… Uma vez que as contradições são antagônicas e intensas, incitá-las exige melhores ideias e palavras dos indivíduos…


Além disso, solicita paciência, autocontrole e pode vir a criar as condições necessárias para a criatividade e a imaginação reinarem no campo do pensamento…


Incitar as contradições pode causar algum mal estar no diálogo. Mas isto não significa perder o respeito e solidariedade pelo próximo, não é?

 
Fonte: Exame

Casamento e Empreendedorismo

De tempos em tempos recebo uma newsletter do Ricardo Jordão que é uma verdadeira pérola. Parece que ele começou 2011 inspirado e aqui vai a sua primeira newsletter do ano, que pelo jeito será um ano com muito conteúdo bom.


A melhor coisa que você pode fazer pelos seus filhos é amar a mãe deles.
Você deve conhecer aquele velho ditado que diz que “por trás de um grande homem existe sempre uma grande mulher”; talvez por trás de um grande estadista ou um grande artista exista sempre uma grande mulher, mas por trás de um empreendedor o que existe mesmo é um grande divórcio.
Existem as exceções, é claro, mas se você olhar as estatísticas de quem pede o divórcio no mundo ocidental, provavelmente encontrará uma imensa quantidade de casamentos arruinados pela ambição empreendedora do machão da família.


Casamento e empreendedorismo raramente combinam.
O que é uma pena porque o casamento com um cara apaixonado pela idéia de virar o rei dos computadores no Brasil é muito mais interessante do que o relacionamento com cidadão que pretende morrer como gerente da contabilidade.


Todos nós assistimos a incrível história de Chris Gardner – o negão empreendedor interpretado por Will Smith no filmaço “Em busca da felicidade”. Chris é abandonado pela mulher nos trinta primeiros minutos do filme porque a dita não agüenta mais conviver com as frustradas tentativas de Gardner de empreender na vida.


Eu mesmo conheço dezenas de empreendedores brasileiros que estão na quarta ou quinta tentativa de empresa casados com a segunda ou terceira esposa. A primeira esposa já foi faz tempo; preferiu o salário de ex-mulher de empreendedor do que o pro-labore minguado.


Esse não é o meu caso. Eu continuo casado com a primeira e única esposa apesar das centenas de discussões ao longo de uma década de relacionamento sobre levar trabalho para casa, viver grudado no iphone, e colocar o futuro da família em risco por questões financeiras.


Casamento e empreendedorismo realmente não combinam. Casamento é sobre segurança e estabilidade, empreendedorismo é sobre arriscar e pensar grande. Casamento é sobre o que vamos fazer juntos pela família, empreendedorismo é sobre os sonhos megalomaníacos de uma única pessoa.


A verdade é que a necessidade de ser apaixonado pelo negócio vai pouco a pouco transferindo a paixão do casamento para a própria empresa. Eu já encontrei milhares de empreendedores apaixonados pelo negócio, mas poucos apaixonados pelo casamento. O fato é que o empreendedor acredita que vai salvar o mundo através do seu negócio, enquanto que o casamento vai salvar apenas a sua velhice de um futuro solitário.


Quando os filhos nascem, as coisas mudam um pouco; alguns empreendedores passam a balancear um pouco mais a vida pessoal com os negócios, mas a esposa não deve comemorar, a mudança é temporária. Quando os filhos começam a andar, tudo volta a ser como era antes.


É claro que existe o 1% de empreendedores que encontram rapidamente o caminho do sucesso e transferem para o casamento o espólio das suas conquistas. Contudo, o verdadeiro empreendedor nunca fica satisfeito com o que tem; quando atinge uma meta logo vai atrás de outra, e o “inferno” empreendedor continua ad infinitum.


Eu conheço alguns empreendedores – em especial um determinado maluco, que passou a vida inteira pulando de uma meta para outra sem se preocupar em arrumar alguém especial. Hoje ele está sentado no dinheiro mas não tem com quem compartilhar a riqueza que acumulou. Ele passa o Natal sozinho, o aniversário sozinho, viaja o mundo sozinho – e quando viaja nem fotos ele traz. Ele não gosta de tirar fotos de si mesmo sozinho, e muito menos das paisagens e lugares sem ninguém por perto; então, ele não traz lembrança alguma dos lugares que passa porque não tem para quem mostrar, ou porque guardar.


É muito importante ter uma esposa que suporta os seus sonhos. O casamento não deve ser um impedimento para o empreendedor; pelo contrário, deve ser a alavanca emocional que o cara precisa para perseverar durante os anos, as noites, os feriados e os finais de semana necessários para fazer o negócio dar certo.


A Sua Esposa é o Seu Cliente Número 1! E você, somente você, é o grande responsável pela manutenção e prosperidade dessa conta.

 
Fonte: Exame

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Por que as empresas fecham?

         Segundo dados da Junta Comercial do Estado de São Paulo, de 1990 a 2008 foram abertas no estado 2.603.233 empresas - uma média de 137.012 empresas iniciadas a cada ano. Nesses 18 anos, por outro lado, foram fechadas 1.650.953 empresas com até cinco anos de mercado, o que representa uma média anual de fechamento de 86.892 empresas de um a cinco anos de funcionamento.
       Cada novo estudo produzido pelo Sebrae em São Paulo reforça que não é possível atribuir a um único fator a causa da mortalidade das empresas. Em geral, o encerramento das empresas é causado por um conjunto de problemas ou falhas. Seis foram os principais fatores identificados: ausência de comportamento empreendedor, ausência de um planejamento prévio adequado, deficiências no processo de gestão empresarial, insuficiência de políticas publicas de apoio aos pequenos negócios, dificuldades decorrentes da conjuntura econômica e impactos de problemas pessoais sobre o negócio.

Planejamento

        Ao longo dos anos, foi constatada uma melhora relativa nos fatores que influenciam nas chances de sobrevivências das empresas. Os proprietários de empresas constituídas em 2007 levaram, em média, nove meses planejando suas atividades, ante sete meses em 2000. Da mesma forma, também houve uma melhora na gestão básica das empresas: em 2000, 72% dos empresários monitoravam constantemente a evolução das receitas e despesas (fluxo de caixa), índice que subiu para 77% em 2007. Em 2007, 95% dos empresários tinham o hábito de aperfeiçoar produtos e serviços às necessidades dos clientes; em 2000, eram 79%.